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BRASIL, Sudeste, TERESOPOLIS, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, e olhe lá!!!



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Denilson Cardoso de Araújo


AKIHABARA X MARTE

  • "Eu vou matar pessoas em Akihabara”, pela Internet, o assassino anunciou o que faria, porque estava desgostoso com o mundo. E, em 09.06.2008 os jornais noticiaram : “Homem mata sete pessoas a facadas em bairro movimentado no Japão”. Sendo que, conforme a Wikipédia, Akihabara é uma famosa parte da cidade de Tóquio, a “Meca” dos produtos eletrônicos onde se concentra um dos maiores complexos do mundo, de lojas de... tecnologia.
  •  "Nunca estivemos tão perto de achar vida", diz pesquisador sobre Marte, conforme a manchete na Folha On-Line, em 13/06/2008 às 19h42. Um sucesso da... tecnologia.

A tecnologia enche de artefatos o corpo cujo alma esvazia.

A tecnologia perde aqui na esquina a vida que vai buscar em mundo alheio.

A tecnologia fez um templo de neón e bytes onde a razão sacrifica o coração com uma faca de titânio.

A tecnologia não sabe cuidar duma planta e quer cuidar  a floresta.

Gumes vários, googles muitos, a tecnologia  tem, serrilhados perfurantes,  por todos os lados.

A tecnologia pensa que sabe. A tecnologia pensa que pensa. A tecnologia às vezes, até se quer útil e inocente, mera ferramenta. Mas a tecnologia é ferramenta que fabrica o usuário enquanto a usa. O usuário vira apêndice. Plugado à rede, exaurido pela rede, como em Matrix.

Por isso, quando o japonês esfaqueia em Akihabara, não esfaqueia à toa. Esfaqueia Akihabara. Esfaqueia o mundo eletrônico e competitivo, que o envolve e o engole, Leviatã de chifres, o monstro de terabytes em cada unha que desperdiça a vida aqui pra buscá-la em Marte.

O monstro me olha da tela. Ele permite que eu escreva estas linhas. Sou um carrapato na sua orelha, ele não se importa. Mas por ser monstro, enquanto as escrevo, nalgum lugar deste mesmo mundo virtual, por uma cabeça de fogo e enxofre da feroz quimera, alguém assedia uma criança e a deforma, alguém compra uma virgindade de 08 anos de inocência, alguém pesquisa as conexões do ocultismo com o nazismo e marca encontro em cemitérios para juramentos de sangue e zoofilia.

Enquanto perfumo minhas palavras, alguém vomita no interior dos corações, escondidos pelas casas, acorrentados às suas máquinas, de estranhos adolescentes nos quartos, com pais desconhecidos na sala, que não percebem o monstro que invade o subconsciente dos filhos seqüestrados, estes, dos quais fica apenas a casca, a kafkiana barata, o ser vazio e performático que vaga sem raízes atrás de sensações fugazes, porque o monstro levou seus pés para tantos vasos diferentes que a origem fica vaga e a certeza, um lapso.

Mas as manchetes não são só tristeza. E ouso dizer aqui, de dentro do ventre do monstro, disposto a contaminá-lo com um germe de bem e sacralidade, com um germe de divino e humanidade... Plante sementes, amigo. No ventre do monstro, inclusive. Infeste-o com teus sonhos.

Plante suas sementes, meu caro pai ou mãe aflitos. Contra a tecnologia, contra o Leviatã, contra a alienação. Plante sementes. Esqueça Marte. Não é lá que está a solução. Achar água em Marte não resolverá os maus-tratos à água que aqui existe. Achar vida em Marte não desfará os assassinatos com que ceifamos vidas indefesas aqui, ao nosso lado. Plante sementes. Boas sementes. Não transgênicas. De boa origem. Que tenham sua cota de sagrado. Como as do Evangelho, que caem em boa terra.  Como as do que resistem à intempérie. Como as que, por isso florescem, mesmo que passem milênios. Plante sementes.

Há poucos meses noticiou-se o florescimento de umas sementes de tamareira que haviam sido encontradas em escavações no Mar Morto há cerca de 30 anos, na fortaleza de Masada. Ali, onde os judeus se imolaram em resistência aos romanos opressores. Sementes de mais de dois mil anos, que hoje, florescem num vaso, graças aos esforços de cientistas. Sementes de mais de dois mil anos!!! E darão tâmaras!!!

Quem sabe, uma semente, naquele coração desesperado em Akihabara, não faria a diferença.  Pois, te digo. Tais sementes, em Marte não estão. Por isso, entre as notícias de hoje, fico com esta última que deixo, com as reticências da reflexão...

·         Estudo confirma germinação de semente de 2.000 anos de idade” - da Efe, em Washington. Cientistas israelenses confirmaram que sementes encontradas na localidade bíblica de Masada (Israel) e germinadas em 2005 têm 2.000 anos, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (12) na revista "Science". – conforme Folha On-Line - 13/06/2008 - 04h18   



Categoria: POLÍTICA E ATUALIDADES
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 12h37
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LINKS IMPORTANTES!

Estou incluindo links importantes aí ao lado, para quem se preocupa com a questão dos direitos infanto-juvenis:

http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

http://www.diganaoaobullying.com.br/

 



Categoria: INFÂNCIA E JUVENTUDE
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 10h50
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NADA COMO ESSE NADA DE AGORA

             Nada como o resguardo de uma infecção somado ao cansaço químico de um ré-médio pra gente prestar atenção no descascado do teto que forma a ponta sul de Galápagos, e enxergar até suas tartarugas de cascos queimando uma capa de sol...

            Nada como estar imerso neste nada, onde telefones ainda não foram inventados, nem palavras ainda chegaram aos lábios, pra gente prestar atenção na aerodinâmica do vidro daquela asa de mosca que bate no vidro insistente...

            Nada como essa febre que nem cede nem se instala, essa febre-espreita, essa febre-ameaça, felina, a fazer a gente ficar atento e lembrar bons guardados e medalhar com todos os ouros o que em nós foi tão bonito e recente

(COMO NA PALESTRA DO BEATRIZ SILVA VER AQUELA MENINA NEGRA E TÍMIDA PISAR FIRME NA FRENTE DAQUELE INQUIETO OCEANO DE ADOLESCENTES E PERGUNTAR, COM TODAS AS LETRAS, COMO AGIR CASO FOSSE VÍTIMA DE RACISMO, E ASSIM ME LEVANTAR AQUELA BOLA ALI, QUICANDO NA MARCA DO PÊNALTI, NA GRANDE ÁREA, COM O GOL ESCANCARADO)...

            Nada como a companheira querida ter que viajar de repente e nos deixar a miojo e água, pra gente ficar reparando em como sem ela a casa se apaga, mesmo com as luzes acesas, como as cadeiras se entortam, como as mesas parecem derreter nos seus tampos, e as paredes escorrerem suas tintas...

            Nada como esse silêncio de ouro, esse silêncio de nuvem, como a cara numa almofada do tempo, cheia de ponteiros de gelatina e minutos de água, pra gente recuperar no relógio da alma as horas que ficam fincadas para sempre com uma lança de sol a ser eternamente enxergada

(COMO AQUELE MOMENTO EM QUE A GAROTADA DO CRIAM COMEMOROU COMO UM TÍTULO DE CLUBE O 3º LUGAR DO LEANDRO NO CONCURSO DE REDAÇÃO DA VARA DA INFÂNCIA)...

            Nada como esquecer compromissos e vagar como um náufrago feliz, por virtuais redes de páginas queridas e ir lá na “maníaca das entrelinhas” e perceber o quanto ela bem traduz em linhas escritas e mais ainda em palavras não ditas o tintim por tintim das coisas da alma que parecem escritas numa cabeça de alfinete que só ela, microscópica, enxerga...

            Nada como esse tipo de “à toa”, de nada, que tantas vezes é um privilégio que é tanto e é tudo, que é afazeres graúdos... os mais relevantes, os que, porque nos ruminam, nos ensinam quem somos e nos constroem como boas compa nhias de nós mesmos, aptos, portanto, a convívios mais largos e ágoras mais fartas...



Categoria: POESIA, ARTE E CIA
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 21h09
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NAMORADA

Minha namorada, beija-me agora,

com tua boca molhada de amora

Me carrega no colo da aurora,

já que tão enamorado me tens,

assim, ao teu coração acorrentado,

como um nobre ao juramento,

como um santo ao seu ofício,

como um vento ao precipício

Leva-me assim e me namora,

debaixo daquela lua frondosa lá fora,

enamorado que me tens, pra sempre e desde antes,

desde muito, muito antes de haver horizontes nos rios,

muito antes de nadarem peixes nas águas,

quando éramos um sonho e era tanto outrora

e tão antigo era que muitos descreram

porque era em letra miúda e sagrada que

nosso encontro estava escrito...

Mas eram letras cravadas mais que em pedra eterna,

bordadinhas nas nuvens que em ciclos retornam

ora gota, ora vento, ora branco, ora cinzento,

as nuvens que anunciam sombra e tempestade,

as nuvens que fazem bonecos e bichos,

as nuvens que fazem argila e algodão

desenhando sempre um arco-íris

com o nosso hoje único

e uníssono coração. 

Não tem alfabeto mais sólido

pra uma paixão.



Categoria: EU E OS MEUS
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 22h21
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VIDAS QUE ESCREVERAM FELICIDADE

          

 

   

  

Com os sorrisos na face desses meninos e meninas, ganhamos todos! Parabéns à toda a equipe que ralou tanto para que tudo desse certo. Fernando Luiz, Fátima Gil, Helena, Madalena, Kléber, Mariângela, Mercedes, jurados, juradas, Cleiton e Magda do PROMAJ, motoristas, Marli & Cia do CRIAM, Regina & Cia do EOJ, Drª Inês, inspiração e móvel de tudo.

Esses meninos e meninas não escreveram só pequenas redações. Escreveram um capítulo - dos mais importantes, estejam certos - de suas vidas. Parabéns a você, que vai constar dele.



Categoria: INFÂNCIA E JUVENTUDE
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 21h57
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AGENDA

  • 11/06 – 19:00 hs  - TEATRO DO SESC - Premiação do "I Concurso de Redação ESCREVENDO PARA VIVER".
  • 12/06 – 08:30 hs - COLÉGIO BEATRIZ SILVA - Palestra para alunos.
  • 16/06 – 08:30 hs  - COLÉGIO ESTADUAL HIGINO DA SILVEIRA – Palestra para alunos do ensino médio.
  • 20/06 – manhã - GINÁSIO MUNICIPAL DO PEDRÃO - Palestra sobre "PAZ NAS ESCOLAS" - para alunos, pais e representantes das escolas do município - Atividade comemorativa dos 18 anos do ECA, promovida pela Secretaria Municipal de Educação, e conjunta com a Guarda Municipal, que promove o encerramento da Semana de Educação no Trânsito .
  • 23/06 – 08:30 hs - COLÉGIO CEDAL - Palestra para alunos.



Categoria: INFÂNCIA E JUVENTUDE
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 09h49
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MAIORIDADE AOS 19 ?????

Depois da palestra, as perguntas, os debates. Ontem, na Escola George March, uma mãe apresentou uma pergunta 'pertinentíssima'. Tem um filho de 19 anos, aceita sua maioridade legal (é advogada), mas seu coração de mãe não reconhece a maturidade efetiva da maioridade. Tem receios. Naturais receios. Atualíssimos receios.

A maioridade aos 18, ou aos 21, ou em qualquer outro marco, é uma convenção legal. Para fins de política criminal, direito civil. Há jovens de 15 anos que parecem anciãos de sabedoria. Há supostos adultos que parecem pré-adolescentes (tudo indica ser o caso do pai de Isabela Nardoni). Como um marco há que haver, segue-se um padrão etário médio, internacionalmente aceito e recomendado, baseado em estudos psicológicos.

Entre os indígenas a maioridade é brusca, faz-se por ritos de passagem e sacrifício. O adolescente passa privações, pode ser espancado, tatuado, isolado por meses, anos. Sobrevive, é visto como um igual pelos adultos e assim é recebido. Aí então, é respeitado como maior, maduro e apto. Capaz da vida sexual e guerreira consentida pela tribo. Recebe, por vezes, um novo nome. É um outro nascimento.

Na sociedade ocidental 'civilizada', os ritos de passagem eram muitos. Ingresso na faculdade, serviço militar, casamento, auto-sustento. Nada muito brusco, mas havia algum 'sacrifício'. O que ocorre hoje?

Quase ninguém presta serviço militar. Casamento, pra quê, se é possível ficar com tanta facilidade, e ainda levar a namorada pra dormir no próprio quarto, na casa dos pais? Auto-sustento pra que, se os pais dão tudo, até mesadas polpudas? E para os que precisam trabalhar, trabalhar como, se o mercado não oferece empregos?

Além do mais, pais e mães, com má compreensão do que é o ECA, são condescendentes, dão canjinha na boca e carinho em excesso onde devia haver rigor. Quem quer sair de casa, nessas condições? Quem quer se tornar efetivamente maior de idade? O marco etário serve, efetivamente, a que possam dirigir, beber, mas a maioridade psíquica é adiada, e como sociedade, contribuímos para isso... Cadê o sacrifício 'paridor' da nova criatura adulta?

Portanto, mãe... Seus receios são corretos. Sem os cuidados devidos, amanhã, muitas mães podem estar com filhos trintões dentro de casa, maiores de idade só na cronologia. Dependentes emocionalmente, sem capacidade de decisão, sem o ímpeto da caminhada.

Para mudar tal situação é preciso começar a dar obrigações, criar limites e senso de responsabilidade desde muito cedo. Chega de canjinha na boca e afagos na hora do erro. Chega de dar carros de presente só porque passou no vestibular. Águias, muitas vezes, expulsam filhotes preguiçosos do ninho, para que voem. Sabem que esse aprendizado é essencial à sobrevivência.

É preciso também ter visão macro e perceber que a cidadania e seu exercício são condições importantes para o futuro dos nossos filhos. Sim, porque é disso que se trata. Do futuro dos nossos filhos. Precisamos exercer  nossos direitos e atuar para leis e aplicação de leis que garantam lazeres sadios, classificação indicativa respeitada para produtos audiovisuais, impedir proselitismos como a "marcha da maconha", lutar pela mudança de modelo econômico excludente, e por aí vai...

Olha, te garanto uma coisa. A felicidade dos nossos filhos é muito importante para ser deixada na mão dos políticos.

Ser pai, hoje, é, necessariamente ser cidadão. Esta, a maioridade que todos precisamos alcançar.



Categoria: INFÂNCIA E JUVENTUDE
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 08h11
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ESCREVENDO PARA VIVER

Foi muito bacana, hoje, na Vara da Infância, ver o esforço de Fernando Luiz, Helena, Fátima Gil e outros, no fechamento do programa de entrega dos prêmios do I CONCURSO DE REDAÇÃO ESCREVENDO PARA VIVER. Do concurso participam os adolescentes dos Programas protetivos e sócio-educativos da Vara da Infância, e também do PROMAJ.

É sempre um sonho realizado, quando vemos o que, em tese, é uma agência burocrática, botando o coração na mesa e o descascando, folha a folha, glóbulo a glóbulo, para o público. Senti a emoção partilhada de dar àqueles jovens uma festa digna que grite nas suas almas, para que nunca mais esqueçam: "Vocês têm valor!!!".

A cerimônia acontece no SESC, nesta quarta (11/06) às 19:00 horas. Parabéns a todos que permitiram, organizaram, julgaram, concorreram, torceram. Vencedores, todos! Assim se muda o mundo.



Categoria: INFÂNCIA E JUVENTUDE
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 14h17
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O MENINO E A GOTA

O garoto ficou olhando a gota de água, na concha da mão.

O garoto ficou olhando a mão entortada, na lente do olho da água,

na palma depositada.

O garoto viu a nuvem passando na micro-lagoa da mão.

O garoto viu Deus espiando, sorrindo, de dentro da nuvem,

Deus, ali, na água da palma da mão.

O garoto, então, bebeu a gota, como se fosse uma limonada da vida.

Chegou em casa babando a ceia do açúcar divino.

O garoto, hoje, na mesa de trabalho, sempre que precisa,

e precisa sempre, rumina aquela água.



Categoria: DEUS, O MUNDO É TEU ALTAR
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 14h10
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LUCAS, DEMOS DE CINCO!!!!

Comemoremos, meu lindo!!!! 5 a zero!!!!!



Categoria: EU E OS MEUS
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 05h55
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NO PENSAR TERESÓPOLIS

Devo agradecer ao pesssoal do Fórum Pensar Teresópolis, que me recebeu tão bem, especialmente à incansável Professora Ana Maria. Foi uma palestra bem bacana. Muito bom quando uma participante do Fórum, no debate, colocou a relação entre a questão do meio ambiente e a questão dos direitos da criança e do adolescente. É isso mesmo. Por isso, a ambos se aplica o princípio da precaução. Se algo puder vir a ser perigoso, se a hipótese existe, se o insumo ainda não está bem estudado, se a química não foi adequadamente testada, em ecologia e infância, NÃO FAÇA! Não se faz a natureza de cobaia. Crianças não são camundongos. 

Retornei, como sempre, a "encher o saco" do meu amigo Ronan, do CMDCA. Gente, por que não sentamos todos em volta de uma mesa (CT, CMDCA, VIJI, PMT, MP e quem mais quiser) e não tiramos do discurso a rede de garantias? Por que não promovemos logo a integração operacional em tudo que for possível? Por que não unificamos - no que for pertinente - as agendas? Renovo os apelos à racionalidade mais básica: diálogo.

A Drª Inês já havia autorizado que funcionários seus participassem de uma Comissão Paritária com o Conselho Tutelar, que deu em nada, porque houve receios infundados de alguns Conselheiros, o que provocou interferência externa e equivocadas afirmações de ilegalidade da iniciativa. Pois bem, o acordo não se fez e seguimos, batendo cabeça. E não aceito que botem a culpa na Drª Inês, amigos. Ela, no acordo, cedia em muito e cooperava em tudo. Agora, se as coisas não acontecem, todos sabemos que Inês Joaquina não vai deixar crianças ao relento...

Ao diálogo!



Categoria: INFÂNCIA E JUVENTUDE
Escrito por Denilson Cardoso de Araújo às 05h53
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